Portuguesa conta como Estocolmo vive terror após ataque
Flávia Santos conta ao CM que está impedida de sair do local de trabalho.
Após o ataque desta sexta-feira em Estocolmo, em que um camião de uma marca de cerveja foi roubado e usado para abalroar uma multidão na principal rua da cidade, as autoridades estabeleceram um perímetro de segurança e delimitou um cordão policial, pedindo aos trabalhadores e populares que evitem circular nas ruas do centro da capital. Os trabalhadores de empresas localizadas perto do local do ataque foram proibidos de sair do local de trabalho.
É este o caso de Flávia Santos, emigrante portuguesa em Estocolmo, que contou ao CM os momentos de horror e tensão vividos na capital sueca.
"Estou presa no trabalho", começa por explicar a jovem de 25 anos, auditora assistente na KPMG, empresa de consultadoria financeira. A KPMG opera precisamente em frente à estação central de Estocolmo, que foi encerrada após o ataque.
"As ruas estão completamente desertas. Todos foram aconselhados a ficar em casa ou no trabalho. Não estamos autorizados a sair nem a estabelecer qualquer tipo de comunicações, até que as autoridades digam o contrário", relata ao Correio da Manhã a jovem.
Flávia Santos está há cinco anos na Suécia a trabalhar. É natural do Seixal e foi mãe recentemente.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt