Presidente cubano considera sanções dos EUA "castigo coletivo" que procura "explosão social"
Díaz-Canel acrescentou que o bloqueio petrolífero e as sucessivas sanções das últimas semanas têm um objetivo "perverso".
O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou este sábado que a política de "pressão máxima" aplicada pelos Estados Unidos nos últimos sete meses constitui um "castigo coletivo" de caráter "sádico", destinado a provocar uma "explosão social" na ilha.
Num evento com simpatizantes estrangeiros, na véspera da celebração nacional de 26 de julho -- aniversário do ataque frustrado ao Quartel Moncada em 1953 --, Díaz-Canel acrescentou que o bloqueio petrolífero e as sucessivas sanções das últimas semanas têm um objetivo "perverso".
"Digam-me se isto não é um castigo coletivo, um crime, se não estão a condenar um povo com o propósito sádico, perverso, de procurar que essa asfixia económica provoque um explosão social", interrogou, segundo a página oficial da Presidência cubana.
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