Presidente cubano considera sanções dos EUA "castigo coletivo" que procura "explosão social"

Díaz-Canel acrescentou que o bloqueio petrolífero e as sucessivas sanções das últimas semanas têm um objetivo "perverso".

26 de julho de 2026 às 07:18
Miguel Díaz-Canel discursa com bandeiras de Cuba e Venezuela Foto: Ernesto Mastrascusa
Partilhar

O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou este sábado que a política de "pressão máxima" aplicada pelos Estados Unidos nos últimos sete meses constitui um "castigo coletivo" de caráter "sádico", destinado a provocar uma "explosão social" na ilha.

Num evento com simpatizantes estrangeiros, na véspera da celebração nacional de 26 de julho -- aniversário do ataque frustrado ao Quartel Moncada em 1953 --, Díaz-Canel acrescentou que o bloqueio petrolífero e as sucessivas sanções das últimas semanas têm um objetivo "perverso".

Pub

"Digam-me se isto não é um castigo coletivo, um crime, se não estão a condenar um povo com o propósito sádico, perverso, de procurar que essa asfixia económica provoque um explosão social", interrogou, segundo a página oficial da Presidência cubana.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar