Primeiro-ministro britânico quer continuar no Governo apesar de envolvimento de Mandelson no caso Epstein

Líder trabalhista pediu desculpa às vítimas do “caso Epstein” por ter nomeado Peter Mandelson como embaixador nos EUA.

05 de fevereiro de 2026 às 14:08
Keir Starmer Foto: Kirsty Wigglesworth/ AP
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O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou hoje que pretende continuar em funções, apesar dos pedidos de demissão por conhecer as ligações entre o ex-ministro Peter Mandelson e o pedófilo Jeffrey Epstein, pedindo desculpa às vítimas.

"Pretendo continuar a fazer este trabalho essencial para o nosso país", sublinhou o primeiro-ministro, num discurso em Hastings (sudeste de Inglaterra), quando deputados trabalhistas estão a pressioná-lo na sequência do escândalo.

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"Devemos manter-nos focados no motivo pelo qual este Governo foi eleito, para mudar este país para melhor", sublinhou.

O líder trabalhista também pediu desculpa às vítimas do “caso Epstein” por ter nomeado Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos, apesar de a sua ligação ao magnata norte-americano ser conhecida.

"Lamento ter acreditado nas mentiras de Mandelson e tê-lo nomeado" embaixador nos Estados Unidos, afirmou Starmer.

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