Professora de yoga comeu traças e dormiu sobre lama para sobreviver 17 dias na floresta do Havai

Amanda Eller esteve desaparecida mais de duas semanas.

28 de maio de 2019 às 12:12
Amanda Eller Foto: Facebook
Amanda Eller Foto: Facebook
Amanda Eller e Javier Foto: Facebook
Javier Cantellops, Chris Berquist e Troy Helmers encontraram Amanda Foto: Facebook
Amanda Eller no dia do resgate Foto: Facebook
Amanda Eller no dia do resgate Foto: Facebook
Amanda Eller rodeada de família e amigos a recuperar Foto: Facebook

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Amanda Eller, de 35 anos, esteve desaparecida durante 17 dias após ter feito uma caminhada na Reserva Florestal de Makawao, no Havai.

Centenas de voluntários estiveram envolvidos na busca pela professora de yoga que acabou por ser encontrada por Javier Cantellops, Chris Berquist e Troy Helmers no dia 24 de maio.

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Mas como sobreviveu esta mulher mais de duas semanas numa floresta com mais de 847 hectares, com animais selvagens, baixas temperaturas, humidade, chuva e fome?

Amanda Eller alimentava-se de raízes e traças que pousavam no seu corpo e dormiu sobre lama, coberta com plantas da floresta. 

A professora de yoga chegou ainda a passar a noite na toca de um javali, um animal selvagem que habita naquela floresta. 

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Percorrer a floresta, desorientada, não foi fácil para a mulher - que também trabalha como fisioterapeuta - uma vez que esta é marcada por vegetação densa, samambaias - um tipo de planta - de grande dimensão rochas vulcânicas e várias ravinas. 

Segundo o jornal New York Times, Amanda perdeu os sapatos e durante dias procurar raízes, frutas ou qualquer coisa que pudesse comer. Acabou por perder sete quilos. 

"A única opção que eu tinha era a vida ou a morte", relatou a professora de yoga. Numa tentativa desesperada de a trazer de volta, oferecem uma recompensa de 50.000 dólares (45.000 euros) para quem tivesse alguma informação sobre seu paradeiro. 

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As busca por Amanda Eller começaram quando o carro da fisioterapeuta foi encontrado no estacionamento da reserva florestal, com os documentos, telemóvel e uma garrafa de água dentro. 

Após vários dias de procura, a sua família criou uma página no Facebook com a qual conseguiu obter apoio para a encontrar. Numa fase inicial chegaram a achar que a mulher tinha sido raptada.

Numa tentativa desesperada de a trazer de volta, oferecem uma recompensa de 50.000 dólares (45.000 euros) para quem tivesse alguma informação sobre seu paradeiro. 

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Segundo o jornal estadunidense New York Times, q

uando já não havia muitas esperanças de encontrá-la, um helicóptero de resgate avistou-a.Amanda foi resgatada e levada para o centro de saúde onde recuperou das lesões que quase lhe custaram a vida.

"Eu olhei para cima e [o helicóptero] estava em cima de mim, caí e comecei a chorar", explicou a sobrevivente. 

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Amanda foi resgatada e levada para o centro de saúde onde recuperou das lesões que quase lhe custaram a vida.

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