Rapaz de 20 anos arranca coração a travesti por considerá-lo "um demónio"

Assassino cobriu a ferida aberta no tórax da vítima com a imagem de um santo. Caso aconteceu no Brasil.

22 de janeiro de 2019 às 16:29
Polícia Militar brasileira Foto: Getty Images
Polícia Civil brasileira Foto: Getty Images
Polícia brasileira Foto: Getty Images

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Um rapaz de 20 anos assassinou um travesti com quem tinha acabado de fazer sexo, arrancou-lhe o coração e cobriu a ferida aberta no tórax da vítima com a imagem de um santo. O crime, que mistura loucura, selvajaria e fanatismo, ocorreu segunda-feira na cidade brasileira de Campinas, a 100 quilómetros de São Paulo, e o autor confesso, Caio dos Santos Oliveira, já está preso.

Num outro detalhe macabro deste assassínio, Caio levou para sua própria casa o coração do travesti, identificado como Genilson José da Silva, de 35 anos. A polícia encontrou o coração da vítima enrolado num pedaço de pano escondido debaixo do guarda-roupa do quarto de Caio.

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A vítima, que terá sido morta com uma faca, deverá ter lutado bastante pela vida, pois Caio ao ser preso apresentava equimoses e arranhões por todo o corpo. Foi preso por acaso por agentes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia, BAEP, de Campinas, que passaram por ele em patrulhamento de rotina quando o crime ainda não era conhecido e decidiram abordá-lo ao perceberem que o rapaz tinha ficado bastante nervoso ao ver a polícia.

Na esquadra, Caio, sem mostrar arrependimento, confessou o crime com tranquilidade mas recusou dar detalhes, só confirmando que tinha conhecido o travesti poucas horas antes, que tinham feito sexo e que depois, ao "descobrir" que a vítima "era um demónio", o assassinou, abriu-lhe o tórax e retirou de lá o coração.

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Ao ser apresentado depois à imprensa, o rapaz repetiu a mesma história sem se alongar, e chocou todos ao sorrir frequentemente, como se não estivesse ciente da gravidade do crime que tinha cometido ou se orgulhasse dele.

"Ele era um demónio, e eu arranquei-lhe o coração. É isso. Eu não o conhecia, tinha-o conhecido à meia-noite", limitou-se a repetir o rapaz aos jornalistas. O corpo de Genilson foi localizado no pequeno quarto que ele costumava usar, à beira de uma estrada, com o tórax aberto e coberto com uma imagem religiosa, deixada pelo assassino.

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