Roupa foi arrancada do corpo da jornalista Lara Logan
A jornalista da CBS, Lara Logan, que foi atacada sexualmente no Egipto, escapou por pouco à violação. Uma publicação sul-africana, de onde Logan é natural, adianta que a jornalista revelou alguns dos pormenores do ataque sofrido na praça Tahrir, durante os festejos após a demissão de Hosni Mubarak, o presidente Egípcio.
“O ataque foi repentino”, adiantou Lara Logan, acrescentando que não teve “hipótese de escapar”.
Durante o ataque, a jornalista foi separada da sua equipa e rodeada por um grupo de aproximadamente 200 homens. Estes arrancaram-lhe a roupa, atingiram-na com socos e pontapés e atacaram-na sexualmente.
Logan disse ainda aos familiares que só escapou à violação devido à intervenção de um grupo de mulheres, que se atiraram para cima dela e a protegeram com o próprio corpo do ataque. Um grupo de soldados também interveio e escoltou Logan de volta ao seu hotel.
Em comunicado emitido na semana passada, a CBS revelou que Lara Logan “estava a cobrir a celebração na Praça Tahrir para o programa ’60 Minutos’ quando ela e a sua equipa foram rodeados por um grupo perigoso”. Depois, a jornalista “foi sexualmente atacada de uma forma brutal e continuada”
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