Sánchez nega "corrupção generaliza" apesar de "caso grave e flagrante" de ex-ministro

José Luis Ábalos foi condenado a mais de 24 anos de prisão por corrupção com a compra de máscaras durante a pandemia.

24 de junho de 2026 às 11:36
Pedro Sánchez, primeiro-ministro de Espanha Foto: Juan Carlos Rojas/AP
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O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu esta quarta-feira "um caso flagrante e grave de corrupção" com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que "nunca teria tolerado", e reiterou que vai continuar a governar.

"Um caso flagrante e grave de corrupção" de pessoas "que se aproveitaram do peso que tinham" no PSOE e no Governo "para ganhar dinheiro", mas não há financiamento ilegal no partido, disse Sánchez, referindo-se ao ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos, condenado esta semana a mais de 24 anos de prisão por corrupção com a compra de máscaras durante a pandemia, quando ainda estava no Governo.

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Este caso das máscaras deu origem a outra investigação mais alargada, que ainda decorre, que envolve Ábalos e outro ex-dirigente do PSOE, Santos Cerdán, ambos considerados antigos "braços direitos" de Sánchez.

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