Secretário-geral da NATO diz ter acordado com Trump reforço da Aliança no Ártico para impedir presença russa e chinesa
Mark Rutte explicou que, no encontro em Davos com Trump, se chegou a acordo relativamente a "dois eixos de trabalho" sobre a Gronelândia.
O secretário-geral da NATO disse esta segunda-feira ter acordado com o Presidente dos Estados Unidos, em Davos, um reforço da presença da Aliança no Ártico para impedir que a Rússia e a China ganhem acesso militar e económico à região.
"O que saiu da reunião de quarta-feira [em Davos] são pelo menos duas questões que têm de ser tratadas. A primeira é a Rússia. A segunda é a China. Como impedir que esses dois países ganham acesso ao Ártico, seja em termos militares, seja em termos económicos", afirmou Mark Rutte numa audição no Parlamento Europeu, a propósito do encontro que manteve com Donald Trump à margem do Fórum Económico Mundial.
Após ter sido questionado várias vezes por eurodeputados sobre a conversa que teve em Davos, na Suíça, com Trump sobre a Gronelândia, que levou o Presidente dos Estados Unidos a retirar a ameaça de impor tarifas a países europeus, Mark Rutte disse que, nesse encontro, se chegou a acordo relativamente a "dois eixos de trabalho" sobre o território autónomo dinamarquês que é cobiçado por Washington.
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