Seis das oito explosões no Sri Lanka foram causadas por bombistas suicidas

Imagens do circuito fechado de televisão revelaram que os suspeitos detonaram as bombas no restaurante e no corredor do hotel.

21 de abril de 2019 às 15:05
Expolosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Expolosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: EPA
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Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: EPA
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
Explosões no Sri Lanka Foto: Reuters
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Pelo menos seis explosões que ocorreram este domingo de manhã no Sri Lanka resultaram de bombistas suicidas, revelaram investigações iniciais, citadas pelo jornal britânico Daily Mirror, que apontam para radicais islâmicos na origem dos ataques.

De acordo com a edição online do Daily Mirror, as investigações aos ataques no Sri Lanka revelaram até agora que duas pessoas fizeram 'check-in' para o quarto 616 do hotel Shangri-La no sábado, 20 de abril, um dos quatro hotéis de luxo que foram este domingo alvo de explosões em Colombo, capital do Sri Lanka.

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As imagens do circuito fechado de televisão revelaram que os suspeitos detonaram as bombas no restaurante e no corredor do hotel.

Os investigadores suspeitam que foram usados explosivos C-4 com 25 quilos nos ataques ao hotel Shangria-La.

Os investigadores que invadiram o quarto 616 recuperaram material usado por radicais islâmicos, confirmaram fontes, citadas pelo Daily Mirror.

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Segundo o mesmo jornal, ainda não é claro se os bombistas suicidas eram locais ou turistas internacionais que chegaram à ilha com vistos de turista.

Estão a decorrer outras investigações.

A capital, Colombo, foi este domingo alvo de explosões em quatro hotéis de luxo e uma igreja.

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Duas outras igrejas foram também alvo de explosões, uma em Negombo, a norte da capital e onde há uma forte presença católica, e outra ao leste do país.

A oitava explosão teve lugar num complexo de vivendas na zona de Dermatagoda.

As primeiras seis explosões ocorreram "quase em simultâneo", pelas 08:45 (03:15 em Portugal), de acordo com fontes policiais citadas por agências internacionais.

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As oito explosões na ilha fizeram, pelo menos, 207 mortos e 469 feridos.

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