Shein recebe 'luz verde' para entrar na bolsa de Hong Kong
Empresa também tem a ambição de ser cotada nas bolsas de Nova Iorque e Londres, mas este objetivo tem sido travado por questões regulatórios.
A Comissão Reguladora dos Valores Mobiliários da China aprovou o pedido da Shein para a entrada na Bolsa de Hong Kong, onde a empresa quer vender até 341,6 milhões de ações, anunciou esta sexta-feira a retalhista.
A empresa também tem a ambição de ser cotada nas bolsas de Nova Iorque e Londres, mas este objetivo tem sido travado por questões regulatórios.
Fundada em 2012, a Shein, que tem sede em Singapura, é uma empresa de moda, que está presente em mais de 150 países.
No final de junho, o parlamento francês aprovou um diploma com o objetivo de conter o crescimento das plataformas de 'fast fashion', como a Shein.
Estas lojas têm vindo a ser criticadas pela baixa qualidade dos seus produtos e pelos resíduos e poluição que geram.
O setor têxtil é responsável por quase 10% das emissões globais de gases com efeito de estufa.
Também em junho, as autoridades francesas aplicaram duas multas à Shein, num total de 22 milhões de euros por deficiências na rastreabilidade dos produtos e nos prazos de entrega e devolução.
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