Supremo Tribunal dos EUA aceita "terapia de conversão" para menores LGBT+
Tribunal considera que uma lei estadual que proíbe a prática viola a garantia constitucional de liberdade de expressão.
O Supremo Tribunal norte-americano, esta terça-feira, a favor da "terapia de conversão" para menores LGBT+, considerando que uma lei estadual que proíbe a prática viola a garantia constitucional de liberdade de expressão.
Em causa está a constitucionalidade de uma lei aprovada pelo estado do Colorado, de tendência democrata que proíbe, tal como cerca de outros vinte estados norte-americanos, profissionais de realizarem "terapia de conversão" em menores, visando alterar a orientação sexual ou a identidade de género de pessoas LGBT+ para as tornar heterossexuais e cisgénero.
Dos nove juízes do Supremo Tribunal, os seis conservadores e dois dos três liberais posicionaram-se a favor da autora do recurso, a psicóloga Kaley Chiles, que, invocando a sua fé cristã, defendeu que a lei viola a garantia constitucional da liberdade de expressão, posição apoiada pelo governo republicano de Donald Trump.
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