Suspeito da morte de jornalista tinha vídeos de decapitações

Kim Wall foi encontrada decapitada e desmembrada no mar.

04 de outubro de 2017 às 18:49
A jornalista Kim Wall Foto: Direitos Reservados
Kim Wall, submarino Foto: Reuters
Kim Wall, submarino Foto: Reuters
Kim Wall, morte Foto: Direitos Reservados

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As autoridades que estão a investigar a morte da jornalista Kim Wall descobriram no computador do principal suspeito vários vídeos de mulheres

a serem decapitadas vivas e de outras formas de tortura.

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Peter Madsen, de 30 anos,

nega ser o dono desses vídeos e alega, segundo a BBC, que "o computador era utilizado por outras pessoas da tribulação".

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Recorde-se que Kim Wall desapareceu a 10 de Agosto no mar Báltico, durante uma entrevista a Peter Madsen e foi mais tarde encontrada decapitada e desmembrada, numa praia a sul de Copenhaga a 21 de Agosto. Na altura Peter, um inventor, alegou que a jornalista tinha morrido devido ao impacto de uma tampa da escotilha do submarino que este tinha construído. Segundo contou, a jornalista tinha sido atingida na cabeça e tinha tido morte imediata, pelo que o inventor atirou o cadáver ao mar

Madsen está em prisão preventiva pelo homicídio de Wall e estes novos indícios tornam o caso ainda mais macabro. 

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