Taiwan mobiliza barcos de patrulha em resposta a exercícios de larga escala da China

Ministério da Defesa Nacional de Taiwan expressou a sua "forte condenação" das "ações provocatórias e irracionais" de Pequim.

14 de outubro de 2024 às 08:42
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Taiwan mobilizou esta segunda-feira as Forças Armadas para "defender a liberdade e a democracia" e "proteger" a sua soberania contra a China, que iniciou uma nova vaga de manobras militares em torno da ilha.

Em comunicado, o ministério da Defesa Nacional (MND) de Taiwan expressou a sua "forte condenação" das "ações provocatórias e irracionais" de Pequim, que "aumentam a tensão e prejudicam a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan".

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"Perante as ameaças, as forças armadas estão em alerta máximo, com a firme vontade de preparar a guerra sem a procurar, confrontá-la sem a evitar", acrescentou.

Líder de Taiwan promete "defender a democracia" contra "ameaças externas"

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O líder de Taiwan afirmou esta segunda-feira que o seu governo "continuará a defender o sistema constitucional de liberdade e democracia de Taiwan" contra "ameaças externas", horas depois de a China ter anunciado exercícios militares em torno da ilha.

"Os exercícios militares lançados pela China têm como objetivo minar o estado de paz e estabilidade na região e continuar a utilizar a coerção militar contra os países vizinhos, o que não está de acordo com as expectativas da comunidade internacional", afirmou William Lai, através da sua conta oficial na rede social Facebook.

"Estamos empenhados em manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan e aguardamos com expectativa um diálogo e um intercâmbio igualitário, respeitoso, saudável e ordenado entre os dois lados do estreito. Esta é a nossa atitude constante e imutável", acrescentou.

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