Taxista finge ser médico e filma-se a ter sexo com mulheres
Homem de 38 anos foi condenado a oito anos e meio de prisão.
Um homem de 38 anos que fingiu ser médico para impressionar e depois filmar-se a ter relações sexuais com mulheres foi condenado a oito anos e meio de prisão. Foi dado com como culpado dos crimes de assédio sexual, chantagem, voyeurismo, roubo e fraude.
Farhan Mirza, de Abertillery, no País de Gales, usava os vídeos para chantagear as suas vítimas, todas mulheres muçulmanas, que conhecia através de um perfil falso numa rede social de encontros. Mirza ameaçava enviar os vídeos às famílias das vítimas.
"O Sr. Mirza é um tipo específico de predador sexual que escolhe as suas vítimas com cuidado. Ele escolhia-as por causa do terror, vergonha e humilhação que estas mulheres iam sofrer nos seus países de origem", afirma Timothy Evans, procurador do caso.
Para impressionar as mulheres e convencê-las a ter sexo com ele, Mirza colocava batas médicas e um estetoscópio no seu quarto para dar a entender que era médico. Na verdade, o homem de 38 anos era taxista e vivia com a mãe.
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