Transexual assassinada na Argentina
Presidente Kirchner pede justiça para Diana Sacayan.
A presidente argentina, Cristina Kirchner, instou a polícia a encontrar os assassinos da ativista transexual Diana Sacayan, encontrada sem vida na terça-feira no seu apartamento, em Buenos Aires.
A Amnistia Internacional afirma que o corpo de Sacayan, de 40 anos, revelava sinais de violência. Duas outras transexuais, Marcela Chocobar e Coty Olmos, foram assassinadas na Argentina no último mês.
"Peço aos serviços de segurança e à polícia que solucionem este crime horrível", afirmou Kirchner, que em 2012 entregou pessoalmente a Sacayan o cartão de identidade (BI) que a reconhecia como mulher.
A América Latina foi, entre 2008 e 2014, palco de 78% dos 1731 homicídios a nível mundial de pessoas que mudaram de sexo.
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