UE critica resistência das plataformas na luta contra discurso de ódio nas redes sociais
Leis para regulamentar e proteger o espaço digital, assinala a agência, depararam-se em 2025 com a resistência das empresas e também da Administração dos Estados Unidos.
Um em cada três habitantes da União Europeia (UE) com mais de 15 anos já se deparou nas redes sociais com conteúdos que considerou prejudiciais, sendo o racismo, sexismo e homofobia os principais temas das mensagens de ódio.
O problema do ódio e das ameaças nas redes sociais é um dos principais desafios mencionados pela Agência dos Direitos Fundamentais (FRA) da União Europeia no seu relatório anual publicado esta quinta-feira.
As leis para regulamentar e proteger o espaço digital, assinala a agência, depararam-se em 2025 com a resistência das empresas e também da Administração dos Estados Unidos.
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