Urnas abertas durante mais uma hora na Venezuela

19,8 milhões de venezuelanos puderam votar nestas eleições.

06 de dezembro de 2015 às 22:49
Venezuela, Nicolás Maduro, José Inácio Faria, eleições, política, parlamento Foto: EPA
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As autoridades eleitorais da Venezuela prolongaram este domingo por mais uma hora a votação para as eleições legislativas, um escrutínio crucial que pode dar a maioria parlamentar à oposição pela primeira vez em 16 anos, numa grave crise económica.

Pouco depois de anunciar o encerramento das assembleias de voto à hora prevista, 18h00 (22h30 GMT e em Lisboa), o Conselho Nacional Eleitoral decidiu adiar o fecho para as 19h00 (23h30 GMT), para permitir aos eleitores que ainda faziam fila para votar participem na votação, e saudou a "participação muito elevada".

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Desta eleição resultará um novo parlamento de 167 deputados (três dos quais em representação das comunidades indígenas), para o qual puderam votar 19,8 milhões de venezuelanos.

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, antecipou-se ao escrutínio, no qual participaram quase duas dezenas de formações políticas, e anunciou que radicalizará a revolução bolivariana a partir de 7 de dezembro, caso as forças que apoiam o 'chavismo' obtenham a maioria nas eleições parlamentares.

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De acordo com o eurodeputado português José Inácio Faria, do Partido da Terra (MPT), que participou como observador do processo eleitoral, as eleições parlamentares da Venezuela decorreram "com normalidade".

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