Viola mulher e tortura-a com chave de fendas durante dois dias

Mulher de 42 anos relata agressões de que foi vítima.

16 de agosto de 2017 às 11:02
Viola mulher e tortura-a com chave de fendas durante dois dias Foto: Direitos Reservados
Viola mulher e tortura-a com chave de fendas durante dois dias Foto: Direitos Reservados
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Pauline, uma mulher de 42 anos, revelou detalhes da violenta agressão de que foi vítima por parte de um homem que a violou e tortorou durante dois dias consecutivos, na cidade de Greenock, na Escócia.

Eric Schrickel foi condenado a sete anos de prisão, em maio deste ano. Agora, a defesa do agressor interpôs um recurso contra a decisão e a sentença do tribunal.

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Assim, Pauline, mãe de duas crianças, decidiu vir a público contar toda a sua história para advertir outras mulheres dos riscos que correm. "Quero que todos se lembrem da cara dele. Ele arruinou a minha vida", afirmou a vítima em declarações ao Daily Record

Eric fez-se passar por um 'bom samaritano' para conseguir atrair Pauline até ao seu apartamento, quando esta precisava de um sítio urgente para ficar. O agressor era amigo de um parente da mulher, o que não a levou a ter motivos para desconfiar das suas boas intenções.

Ao fim de uma semana, Eric começou a tentar envolver-se sexualmente com a vítima. Perante os recuos desta, o homem começou a tornar-se violento.

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Mais tarde, quando a vítima se recusou a beijá-lo, Eric agrediu-a com uma tábua de cozinha na zona do pescoço. A mulher de 42 anos acabou por desmaiar.

"Acordei com ele a espetar uma chave de fendas no canto do meu olho. Ele disse-me que ia morrer ali e que ele não ia preso porque estava diagnosticado com problemas mentais", contou a vítima.

Durante dois dias, Pauline foi constantemente agredida e violada pelo homem, que lhe retirou o telemóvel para que esta não pudesse pedir ajuda. No entanto, a vítima aproveitou um momento em que o agressor adormeceu, e que por lapso, se esqueceu de esconder as chaves da porta. Pauline conseguiu fugir.

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"Fui encontrada por dois jardineiros que ligaram para a polícia e me levaram para um hospital. Quando cheguei lá tinha os dois olhos negros e inchados, os dentes partidos e hematomas na zona do pescoço", recorda.

"Isto deixou-me com marcas psicológicas graves e marcas físicas também. Fiquei com danos irreversíveis nas costas", acrescenta.

Pauline aguarda agora a segunda decisão do juiz e diz que não vai descansar enquanto o agressor não pagar por tudo o que fez atrás das grades.

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