Washington e Havana começaram o diálogo

Uma representação composta por dez congressistas norte-americanos fez saber, no final de uma visita de três dias à capital cubana, que o diálogo entre o Washington e Havana “começou com a maior delegação em meio século”.

19 de dezembro de 2006 às 00:00
Washington e Havana começaram o diálogo Foto: Estudios Revolucion / Epa
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Os congressistas, para quem o diálogo “não será fácil”, consideram que o facto de não terem podido avistar-se com o presidente cubano em exercício, Raúl Castro, demonstra que o governo ainda “não admitiu” o início de una nova era. Os parlamentares defenderam ainda o fim da política de Washington relativamente à ilha, qualificada como “uma relíquia da Guerra Fria”, segundo uma declaração conjunta.

“NÃO TEM CANCRO”

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Já em relação à saúde de Fidel Castro, o representante republicano pelo Arizona, Jeff Flake, salientou que ‘El Comandante’ não tem cancro e que o seu estado “não é terminal”. Aquele congressista, que garantiu que Havana não forneceu outros elementos, acrescentou que “o pensamento do Partido Comunista é de que Fidel regressará” ao poder.

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