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Correio da Manhã

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Afinal o tiroteio na escola americana era uma máquina avariada a fazer estrondos

Autoridades foram chamadas a responder a situação com atirador em escola da Carolina do Norte, mas era falso alarme.
9 de Novembro de 2018 às 12:25
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
scola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
scola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
Escola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
scola de Topsail, na Carolina do Norte, EUA
A polícia da Carolina do Norte, nos EUA, foi chamada na manhã desta sexta-feira a responder a uma situação de tiroteio numa escola de Wilmington. A polícia reagiu prontamente, enviando um forte dispositivo policial para o local. Mas, afinal, o som de tiros tinha origem num aparelho de aquecimento avariado, que fazia um barulho semelhante a tiros.

"Tinha a certeza de que era um tiroteio há cerca de uma hora", justificou o comissário David Williams ao site WECT 6, que explica depois que já teriam dado conta do som estranho da máquina, embora não tão intenso como esta manhã.





O alerta chegou do liceu de Topsail, por volta das 7h00 locais (12h00 em Lisboa).

O pai de um dos alunos publicou uma mensagem no Twitter a dar conta que foi informado da situação quando o ia deixar à escola e lembra que é a segunda vez que acontece uma situação semelhante este ano.



A escola abre pelas 8h30 e só começa a aceitar alunso pelas 7h30, pelo que haveria pouca gente nas instalações à hora em que foram reportados os tiros.

(em atualização)
Topsail Carolina do Norte EUA Wilmington Time questões sociais
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