Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo

55 reclusos mortos em luta pelo poder no Brasil

Matança em quatro cadeias do Amazonas estará relacionada com disputa entre membros da mesma fação criminosa.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 29 de Maio de 2019 às 01:30
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Familiares desesperados tentam saber notícias dos entes queridos presos nas cadeias onde ocorreram os motins
Cinquenta e cinco reclusos foram executados por outros presos em menos de 48 horas em quatro prisões da cidade de Manaus, capital do estado brasileiro do Amazonas, numa brutal disputa pelo poder entre grupos rivais da mesma fação criminosa que disputam o controlo do tráfico de droga dentro e fora das cadeias.

A matança começou no domingo, dia de visita aos presos, no Complexo Prisional Anísio Jobim, Compaj, quando uma violenta rixa entre presos rivais obrigou à evacuação dos familiares e deixou um balanço de 15 reclusos mortos.

Segunda-feira, de forma silenciosa, outros 40 presos foram mortos por estrangulamento naquela prisão e noutras três cadeias da capital amazonense, todas geridas pela mesma empresa privada, a Umanizzare.

O novo massacre repetiu o ocorrido no primeiro dia do ano de 2017, quando 56 presos foram mortos também no Compaj durante uma disputa entre reclusos, dessa feita de fações rivais.

Apesar disso, o governo estadual de então renovou a concessão da gestão da penitenciária à Umanizzare, que o novo governador do Amazonas, Wilson Lima, que assumiu o cargo em Janeiro passado, afirmou ontem pretender trocar por outra empresa.

Wilson também anunciou que, após discussões com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, nove reclusos considerados como os instigadores da matança vão ser transferidos para prisões federais.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)