A primeira dos "Anjos de Charlie" chegou a Jacarta há 20 anos para apoiar o preso Xanana Gusmão

"Não sabia quanto tempo, não sabia em que circunstâncias. E fui sozinha", conta Paula Pinto.
Por Lusa|12.02.19
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Paula Pinto, a primeira de três mulheres que em 1999 montou o gabinete de apoio ao preso mais famoso da Indonésia, Xanana Gusmão, chegou há exatamente 20 anos a Jacarta, sem saber ao que ia e o que iria encontrar.

"Não sabia quanto tempo, não sabia em que circunstâncias. E fui sozinha", contou esta terça-feira à Lusa, numa entrevista sobre esse período marcante da sua vida pessoal e do país a que hoje chama casa.

Chegou sozinha, começou a trabalhar num complexo processo com apoio limitado, em situação adversa, no ano do tudo ou nada para Timor-Leste em que a intensidade foi crescendo ao longo dos meses.

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