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Correio da Manhã

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ADN confirma culpa de executado

Análises de ADN confirmaram que um homem executado nos Estados Unidos em 1992, que afirmava estar inocente, foi de facto culpado do crime de que foi acusado e pelo qual foi condenado à pena capital.
13 de Janeiro de 2006 às 12:17
O governador do estado da Virginia, Mark Warner, ordenou a realização dos testes de ADN a Roger Colenam, executado depois de ter sido considerado culpado de violar e assassinar a sua cunhada.
Os resultados destas análises eram há muito aguardados pelos defensores do fim da pena de morte, que esperavam que este fosse o primeiro caso em que um teste de ADN comprovasse que um indivíduo executado estava inocente.
Segundo as conclusões de um laboratório forense de Toronto não restam margens para dúvidas de que o ADN recolhido no corpo da vítima, Wanda McCoy, pertencia a Coleman.
AS pena de morte continua a ser um tópico político importante nos EUA. As sondagens de opinião mostram que a maioria dos norte-americanos ainda são a favor da pena capital, no entanto, a percentagem de defensores regista agora índices muito menores do que os verificados no passado.
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