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Correio da Manhã

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ADN tira inocente da cadeia

Testes de ADN ilibaram esta semana Marlon Pendleton de uma violação e homicídio que o levaram para a prisão em 1992. Ao saber da notícia afirmou: “O peso do mundo foi-me tirado de cima dos ombros.”
26 de Novembro de 2006 às 00:00
Desde que foi encarcerado, em 1992, Marlon Pendleton fez tudo para provar a sua inocência. Mas só agora, graças a testes de ADN, foi inocentado
Desde que foi encarcerado, em 1992, Marlon Pendleton fez tudo para provar a sua inocência. Mas só agora, graças a testes de ADN, foi inocentado FOTO: d.r.
Na altura do crime a especialista da Polícia de Chicago Pamela Fish afirmou não haver uma amostra genética suficiente para analisar as provas. Essa atitude condenou Pendleton.
O perito que realizou os novos testes, Brian Wraxall, afirma-se surpreendido com as declarações de Fish. “Encontrei uma amostra considerável de ADN”, afirma.
Este é um entre dezenas de casos recentes em que o ADN permitiu apurar a verdade e libertar um inocente. Um dos mais noticiados foi o de Larry Fuller, libertado em Outubro depois de passar 25 anos detido por agressão e violação.
No caso Pendleton o mais estranho é não ter sido reapreciado mais cedo, sobretudo porque Fish tinha já errado antes. Em 1986 realizou testes que meteram na cadeia quatro supostos homicidas, depois ilibados pelo ADN.
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