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Correio da Manhã

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Agente recusou pagar prostituta

O escândalo envolvendo guarda-costas do presidente dos EUA, Barack Obama, apanhados com prostitutas na Colômbia, assumiu ontem maiores proporções, depois de se saber que também estiveram envolvidos militares.
16 de Abril de 2012 às 01:00
O Hotel Caribe, onde decorreu a festa dos seguranças
O Hotel Caribe, onde decorreu a festa dos seguranças FOTO: Kevin Lamarque/Reuters

Segundo a imprensa norte--americana, cinco militares que trabalhavam em conjunto com os serviços secretos na segurança de Obama terão também estado envolvidos no escândalo. Após ter sido conhecida a sua participação, os militares foram confinados aos seus quartos, enquanto os agentes dos serviços secretos receberam ordem para regressar imediatamente aos EUA.

Segundo funcionários do luxuoso Hotel Caribe, em Cartagena de Las Índias, os guarda-costas do presidente norte-americano foram vistos a ingerir bastante álcool antes de recolherem aos quartos com as prostitutas. O escândalo rebentou de manhã, quando um dos agentes recusou pagar 47 dólares pelos serviços da prostituta com quem tinha estado. Esta armou uma tremenda confusão no hotel, forçando a gerência a fazer queixa à embaixada dos EUA.

Segundo especialistas, o comportamento inaceitável dos 16 homens poderia ter comprometido a segurança de Obama, já que os encontros sexuais poderiam ter sido usados para chantagear os seguranças, que na sua maioria são casados.

O caso manchou a presença de Obama na Cimeira das Américas, marcada, no plano político, pelas críticas ao embargo norte--americano a Cuba.

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