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Correio da Manhã

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Agressor sexual do grupo 'La Manada' reintegrado no Exército

Agressor foi libertado dois anos após o início da pena de nove anos.
11 de Julho de 2018 às 21:35
Alfonso Jesús Cabezuelo
Alfonso Jesús Cabezuelo
Grupo La Manada foi condenado por violação em grupo em Espanha
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Alfonso Jesús Cabezuelo
Alfonso Jesús Cabezuelo
Grupo La Manada foi condenado por violação em grupo em Espanha
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Alfonso Jesús Cabezuelo
Alfonso Jesús Cabezuelo
Grupo La Manada foi condenado por violação em grupo em Espanha
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Protestos em Madrid contra La Manada
Alfonso Jesus Cabezueo, um dos cinco membros do grupo 'La Manada', que tinha sido condenado a nove anos de prisão por uma violação em grupo a uma jovem de 18 anos, em Pamplona, Espanha, foi reintegrado no Exército após ter saído em liberdade condicional, dois anos depois do início da pena.

A notícia de que o militar já não se encontra suspenso das funções militares surgiu esta terça-feira. Pouco depois o Ministério da Defesa emitiu um comunicado no qual revela que não lhe irá ser atribuída nenhuma função, pelo que terá uma redução de 25% no ordenado.

Segundo fontes citadas pelo site espanhol 20 Minutos, não era possível continuar a adiar ou evitar a reincorporação de Cabezueo no serviço,  visto que este se encontra em liberdade.

Para além de Cabezueo, Antonio Manuel Guerreiro, agente da Guardia Civil também se encontra numa situação semelhante. Está na situação de 'ativo sem serviço atribuído.

Violação em grupo
Cinco membros do grupo 'La Manada' foram condenados a nove anos de prisão em julho de 2016 pelo abuso sexual em grupo de uma jovem, de 18 anos, durante as festas de San Fermin, em Pamplona, na Espanha.

No entanto, dois anos depois de terem sido detidos preventivamente, os agressores foram libertados. O tribunal justificou a decisão por se estar a esgotar o prazo da prisão preventiva - uma vez que o caso ainda não transitou em julgado. O tribunal de Navarra considerou que o facto de os detidos viverem a mais de 500 km da vítima e de se terem tornado conhecidos do público reduziam o risco de reincidência.

Uma decisão polémica, que levou a grandes manifestações de protesto em várias cidades espanholas.
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