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Alemanha pede ajuda a parceiros europeus para identificar autores de distúrbios no G20

Detidos são acusados de perturbação da ordem pública, tentativa de homicídio, ofensas à integridade física, danos patrimoniais e resistência às autoridades.
Lusa 11 de Julho de 2017 às 12:09
Alemanha, ministro da Justiça, Cimeira do G20, Heiko Maas, Hamburgo, G20, Ministério Público, ministro do Interior, Thomas de Maizière, Berlim, política, crime, lei e justiça
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O ministro da Justiça alemão, Heiko Maas, enviou uma carta aos homólogos europeus pedindo a colaboração para identificar e deter os autores dos distúrbios em Hamburgo durante a Cimeira do G20, noticiaram esta terça-feira media alemães.

Na carta, o ministro pede que sejam transmitidas "com celeridade" as cartas rogatórias que vão ser enviadas pelas autoridades alemãs e sejam executadas as ordens europeias de detenção que se prevê sejam emitidas.

"Estamos a analisar muitas fotografias e vídeos para identificar os autores. Nesse aspeto também dependemos da ajuda dos nossos parceiros estrangeiros", escreveu Maas.

Um tribunal de primeira instância de Hamburgo ordenou na segunda-feira prisão preventiva para 51 pessoas, acusadas de participar nas desordens ocorridas durante a cimeira do G20, entre sexta-feira e sábado naquela cidade portuária do norte da Alemanha.

Segundo o Ministério Público, a maioria dos detidos durante os distúrbios são homens menores de 30 anos.

Além de alemães, figuram entre os detidos franceses, italianos, espanhóis, russos, holandeses, suíços e austríacos, apelidados na quinta-feira de "turistas da violência" pelo ministro do Interior alemão, Thomas de Maizière.

Maizière, que deu uma conferência de imprensa em Berlim, disse ter-se tratado de atos de violência "organizados, preparados e orquestrados" e qualificou os autores desses atos de "desprezíveis extremistas violentos, como os neonazis ou os terroristas islamitas".

Os detidos são nomeadamente acusados de perturbação da ordem pública, tentativa de homicídio - um caso -, ofensas à integridade física, danos patrimoniais e resistência às autoridades.

Segundo as autoridades, quase 500 polícias sofreram ferimentos ligeiros em confrontos com manifestantes. Não foram divulgados números de manifestantes feridos.
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