Agressor é ex-funcionário de instituição para deficientes. Atacou de madrugada e esfaqueou as pessoas que encontrou.
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Pelo menos 19 pessoas morreram e 45 ficaram feridas (4 das quais em estado crítico) num ataque a uma instituição para pessoas com deficiência na cidade de Sagamihara, perto de Tóquio, no Japão. A polícia anunciou a detenção de um homem suspeito de ter agredido à facada as vítimas, que será um antigo funcionário da instituição Tsukui Yamayuri En. Segundo o jornal online ‘Japan Times’, "um homem de 26 anos entregou-se na esquadra da polícia de Kanagawa" cerca de 30 minutos depois do ataque, que aconteceu por volta das 02h30 da madrugada locais (18h30 em Lisboa). O suspeito esteve internado recentemente num hospital psiquiátrico, por ser considerado perigoso. Segundo relatos da imprensa local, o homem disse aos polícias "fui eu" e justificou o ato dizendo que "é melhor que as pessoas deficientes desapareçam". O alerta foi dado por um empregado da instituição, que se deparou com a chacina. O suspeito foi identificado como sendo 
A polícia anunciou a detenção de um homem suspeito de ter agredido à facada as vítimas, que será um antigo funcionário da instituição Tsukui Yamayuri En. Segundo o jornal online ‘Japan Times’, "um homem de 26 anos entregou-se na esquadra da polícia de Kanagawa" cerca de 30 minutos depois do ataque, que aconteceu por volta das 02h30 da madrugada locais (18h30 em Lisboa). O suspeito esteve internado recentemente num hospital psiquiátrico, por ser considerado perigoso. 
Massacre no Japão faz 19 mortos e 45 feridos
O homicida publicou uma desconcertante mensagem no twitter depois de cometer o crime. A acompanhar uma selfie escreveu as palavras "pela paz no mundo, lindo Japão".
A instituição Tsukui Yamayuri En (Jardim dos Lírios de Tsukui), onde aconteceu o ataque, dá acolhimento a dezenas de pessoas com deficiência e conta com serviços de assistência de dia, cuidados médicos e de reabilitação. O caso evoca memórias dolorosas. Em março do ano passado, cinco idosos foram esfaqueados mortalmente por um homem na ilha de Awaji. Pior massacre desde 1938
A instituição Tsukui Yamayuri En (Jardim dos Lírios de Tsukui), onde aconteceu o ataque, dá acolhimento a dezenas de pessoas com deficiência e conta com serviços de assistência de dia, cuidados médicos e de reabilitação.
O caso evoca memórias dolorosas. Em março do ano passado, cinco idosos foram esfaqueados mortalmente por um homem na ilha de Awaji.
Pior massacre desde 1938
As autoridades estão ainda a tentar apurar os motivos para o massacre, o pior que aconteceu no Japão desde o remoto ano de 1938, quando Mutsuo Toi, um homem de 21 anos, matou 30 pessoas, incluindo a sua própria avó. Mutsuo usou uma espingarda, uma espada japonesa e um machado, antes de se suicidar a tiro. Aconteceu na aldeia de Kaio, perto de Tsuyama. Os motivos para o massacre estariam relacionados com a frustração que o jovem sentia por ser rejeitado pelas mulheres da aldeia e por estar infetado com tuberculose, considerada na altura uma doença mortal.
Japão descarta ligações a terrorismo islâmico O Governo japonês disse esta terça-feira não haver ligações a terrorismo islâmico no caso do homem armado com uma faca que matou 19 pessoas hoje num centro de deficientes, o maior massacre no país em décadas. "Para já, não temos informação que vincule o suspeito a grupos islamitas", disse o porta-voz do Governo, Yoshihide Suga, numa conferência de imprensa, citado pela agência de notícias Kyodo. Yoshihide Suga considerou o "incidente extremamente trágico e chocante". O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, lamentou a morte dos 19 deficientes, que vivam numa residência de Sagamihara, nos subúrbios de Tóquio.
O Governo japonês disse esta terça-feira não haver ligações a terrorismo islâmico no caso do homem armado com uma faca que matou 19 pessoas hoje num centro de deficientes, o maior massacre no país em décadas.
"Para já, não temos informação que vincule o suspeito a grupos islamitas", disse o porta-voz do Governo, Yoshihide Suga, numa conferência de imprensa, citado pela agência de notícias Kyodo. Yoshihide Suga considerou o "incidente extremamente trágico e chocante".
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, lamentou a morte dos 19 deficientes, que vivam numa residência de Sagamihara, nos subúrbios de Tóquio.
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