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Ausência de ex-ministro egípcio no tribunal gera contestação

O julgamento do ex-ministro do Interior egípcio, Habib el-Adli, acusado da morte de manifestantes, foi este sábado adiado para 26 de Junho, depois de alguma agitação no tribunal envolvendo familiares das vítimas, advogados e forças da ordem.
21 de Maio de 2011 às 16:23
O ex-ministro do Interior egípcio não estava presente no tribunal
O ex-ministro do Interior egípcio não estava presente no tribunal FOTO: Mohamed Hammi/Reuters

De acordo com a advogada Maha Youssef, a audiência  durou apenas "três ou quatro minutos", dado que a ausência dos acusados (o ministro e seis colaboradores) provocou a ira das famílias presente na sala. 

A agência oficial Mena falou de caos e de empurrões na sala, tendo a agitação envolvido advogados, familiares das vítimas, polícias e militares. 

Habib el-Adli, que foi um dos homens mais poderosos e mais detestados do Egipto, e seis dos seus colaboradores são acusados de ter dado ordens de disparar contra os manifestantes durante o levantamento popular contra o regime de Hosni Mubarak nos meses de janeiro e fevereiro.

Cerca de 846 pessoas foram mortas e milhares ficaram feridas durante a revolta.

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