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Correio da Manhã

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BEBÉ PODE MORRER

Foi uma decisão de consenso a da juíza britânica Elizabeth Butler-Jones, que autorizou os médicos que tratam de um bebé de nove meses em estado terminal a não reanimá-lo com ventilação artificial se o seu estado de saúde se deteriorar, mas ordenou que lhe seja feita massagem cardíaca se necessário para aliviar a dor.
23 de Outubro de 2004 às 00:00
Luke Winston-Jones nasceu com a Síndroma de Edwards, que consiste na presença de um cromossoma adicional no par 18. O bebé tem um crescimento lento, atraso mental, os punhos cerrados, malformações cardíacas e renais.
Os médicos que tratam dele acham que não devem usar ventilação para o ressuscitar, caso a situação se deteriore. A mãe, Ruth Winston-Jones, queria que fosse dado a Luke uma oportunidade para lutar pela vida. E o facto de ter ficado determinado que o bebé pode receber massagem cardíaca tranquilizou-a. “Sei que a vida de Luke será curta. Não quero que ele sofra”.
No passado dia 7, um tribunal britânico autorizou que os médicos deixassem morrer uma bebé de onze meses para não sofrer mais.
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