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Bélgica: Acordo põe fim a 540 dias de crise política

A crise política belga chegou ao fim 540 dias depois, com o acordo sobre a composição do Governo, com 13 ministros, alcançado esta segunda-feira entre os seis partidos que integram a coligação, segundo a imprensa belga.

5 de Dezembro de 2011 às 15:12
O próximo primeiro-ministro belga, Elio di Rupo
O próximo primeiro-ministro belga, Elio di Rupo FOTO: Virginie Lefour/EPA

Após 19 horas de negociações, os três partidos flamengos e outros tantos francófonos concordaram ainda que o novo Governo inclui também seis secretários de Estado.

O porta-voz de Elio Di Rupo, líder dos socialistas francófonos e futuro primeiro-ministro, afirmou tratar-se de "uma equipa restricta, apesar de haver seis partidos na coligação".

Chegados a acordo sobre a divisão das pastas, falta apenas saber os nomes dos que as vão ocupar, informação que deverá chegar a Di Rupo pelas 1900 (18h00 de Lisboa).

O Executivo é formado pelos partidos socialistas, liberais e democratas-cristãos das duas principais comunidades linguísticas: flamengos (de língua neerlandesa) e francófonos.

Para além do cargo de chefe de Governo, o PS francófono nomeará dois ministros e um secretário de Estado, bem como o presidente da Câmara baixa do Parlamento.

O partido homólogo flamengo (sp.a) irá nomear dois ministros e um secretário de Estado.

Os liberais francófonos (MR) terão três ministros, sendo dada como certa a pasta dos Negócios Estrangeiros ao seu líder, Didier Reynders, enquanto os flamengos (Open Vld) escolherão três ministros e um secretário de Estado.

Os democratas-cristãos francófonos ficam com um ministro e um secretário de Estado, enquanto os flamengos nomearão dois ministros, dois secretários de Estado e o presidente do Senado.

Elio di Rupo Bélgica Governo Coligação
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