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Biden promete combate à "epidemia de violência armada" após tiroteio em Chicago no Dia da Independência

Presidente dos EUA pediu ainda um reforço das forças policiais federais no local para ajudar na procura urgente do atirador.
Correio da Manhã 4 de Julho de 2022 às 22:30
Joe Biden
Joe Biden FOTO: CMTV
O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Joe Biden, partilhou o seu "choque" e apoio à família das vítimas do tiroteio em massa que ocorreu esta segunda-feira, num desfile de comemoração do 4 de Julho, num subúrbio de Chicago, e que fez pelo menos seis mortos e 24 feridos.

"Jill e eu estamos chocados com a violência insensata das armas que mais uma vez trouxe sofrimento a uma comunidade americana neste Dia da Independência. Como sempre, estamos gratos pela resposta rápida das autoridades e pela aplicação da lei no local", referiu Biden em comunicado no site da presidência norte-americana.

Na nota, o presidente dos EUA salienta ainda que ofereceu "apoio total às comunidades" depois de falar com o presidente da câmara da cidade, e pediu um reforço das forças policiais federais no local para ajudar na procura urgente do atirador, "que permanece em liberdade neste momento".

"Os membros da comunidade devem seguir a orientação das equipas no terreno, e eu irei acompanhar de perto à medida que soubermos mais sobre aqueles cujas vidas foram perdidas e rezarmos por aqueles que estão no hospital com ferimentos graves", denotou ainda Biden. 

Apesar dos esforços no combate à segurança armada no EUA, Biden realça que ainda "há muito mais trabalho a fazer". "Não vou desistir de combater a epidemia de violência armada", frisou o presidente norte-americano.

Segundo o Chicago Sun-Times, esta segunda-feira, várias pessoas foram alvejadas e, prontamente, as centenas de pessoas que assitiam ao desfile puseram-se em fuga. 

De acordo com a polícia o atirador, que está em fuga, disparou a partir do topo de um edifício. O autor dos disparos é descrito como "um homem branco entre os 18 e os 20 anos, encontra-se em fuga, estará armado e é considerado perigoso".


O Congresso norte-americano aprovou este mês uma legislação bipartidária contra a violência armada que incluiu modestas reformas das armas de fogo e impulsiona a verificação dos antecedentes dos jovens com financiamento para a saúde mental e segurança escolar. A legislação foi a mais abrangente sobre a segurança armada desde os anos 90 no EUA.
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