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Biden quer proibir venda de armas de assalto a particulares nos EUA

Presidente dos EUA pretende pressionar o Congresso para que sejam aprovadas leis de combate à violência armada.
Correio da Manhã 3 de Junho de 2022 às 01:10
Joe Biden
Joe Biden FOTO: Direitos Reservados
Num discurso impulsionado pela recente onda de tiroteios em massa, o Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, referiu, esta quinta-feira, que pretende pressionar o Congresso para que sejam aprovadas leis de combate à violência armada, como a proibição das armas de assalto e munições de alta capacidade ou o aumento da idade para compra de armas de 18 para 21.

Na visita à cidade do Texas este fim-de-semana, Biden revelou que as famílias das vítimas na escola primária em Uvalde lhe pediram que fizesse "alguma coisa", ao que Biden respondeu: "Vamos fazer".

De acordo com o Presidente norte-americano, embora tenham sido feitas já várias tentativas para abordar o assunto, desta vez "será diferente", salientando que o Capitólio assumiu o mesmo compromisso, apenas resta saber se pode ser legalmente imposto.

Sobre a controvérsia do tema junto de alguns conservadores do país, Biden explicou que "não se trata de tirar os direitos às pessoas", mas de "levar as crianças em liberdade para a escola". 

Biden pediu ao Congresso para agir no controlo de armas de fogo e proibir a venda de armas de assalto a particulares. "Quanta mais carnificina estamos dispostos a aceitar?", questionou o chefe de Estado norte-americano durante um discurso na Casa Branca.

Biden fez o pedido ao Congresso norte-americano realçando que é "tempo de o Senado fazer alguma coisa" e sublinhando que os políticos não podem "voltar a falhar ao povo americano".
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