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Bolsonaro atrasou negociação de vacina chinesa contra a Covid-19 em três meses

Acusação partiu do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Lusa 27 de Maio de 2021 às 19:59
presidente brasileiro, Jair Bolsonaro
presidente brasileiro, Jair Bolsonaro FOTO: Reuters
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, disse esta quinta-feira que as negociações para a aquisição da vacina CoronaVAc, contra a covid-19, ficaram paradas no Braisl durante três meses, após o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ter declarado que não a compraria.

Segundo o depoimento de Covas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado brasileiro, que investiga as ações do Governo brasileiro na pandemia de covid-19, no dia 7 de outubro de 2020 o Instituto Butantan fez uma oferta de 100 milhões de doses da CoronaVac ao Ministério da Saúde do Brasil.

"Houve uma sinalização de que poderíamos evoluir, inclusive com a produção de uma medida provisória (...) Tudo estava indo muito bem. Tanto que em 20 de outubro, fui convidado pelo [ex] ministro [da Saúde brasileiro, Eduardo] Pazuello para uma cerimónia na qual a vacina seria anunciada", disse Covas.

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