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Correio da Manhã

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Bombeiro preso por orgia com casal em quartel

Um cabo do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro foi preso admnistrativamente por 30 dias e vai enfrentar um processo na justiça militar sob a acusação de ter feito uma orgia sexual no quartel onde trabalha, o IV Grupamento, na cidade de Nova Iguaçu, área metropolitana da capital carioca.  
18 de Abril de 2013 às 14:48

De acordo com a acusação, o cabo usou carros da corporação e o quartel para realizar o fetiche de um casal que conheceu pela internet e cuja mulher sonhava que um bombeiro fizesse sexo com ela e o marido.

A orgia ocorreu, segundo a denúncia encaminhada segunda-feira pelo Ministério Público à justiça militar (os bombeiros no Brasil são um braço da Polícia Militar) na noite de 22 de Junho de 2012, mas o caso só foi conhecido agora. Imagens do cabo mantendo relações sexuais diversas com a mulher e o marido dela nas instalações do quartel foram divulgadas na internet e desencadearam o escândalo público, já reconhecido pelo comando da corporação.

O bombeiro, que os colegas chamam de “Dotadão” pelas medidas físicas supostamente avantajadas, estava de plantão nessa noite e conheceu o casal numa sala de conversação quando navegava na internet. Ao saber do fetiche da mulher, ele convidou-a e ao marido a realizarem o sonho dela naquela mesma noite.

Ainda de acordo com o que a investigação conseguiu apurar, o cabo manteve relações sexuais com a mulher e o marido dela pelo menos dentro de um carro dos bombeiros, o que é uma grave violação ao código de conduta militar. Depois, os três participaram também numa ousada série de fotos eróticas em vários pontos do quartel, inclusivé no alto de uma escada Magyrus, usadas normalmente para resgatar pessoas de andares muito altos.

A denúncia, apresentada à justiça militar pelo promotor Paulo Roberto Melo Cunha, acusa o cabo e o seu superior imediato, um sargento que não participou na orgia mas permitiu que ela se realizasse e apanhou 20 dias de prisão administrativa, pelo crime de “praticar ou permitir que se pratique acto libidinoso, homossexual ou não, em local sujeito à administração militar”. A esse crime corresponde, em caso de condenação, uma pena de detenção de seis meses a um ano.

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