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Breivik cede às lágrimas em tribunal (COM FOTOS)

Depois de ter feito uma saudação de extrema-direita, o assassino de Oslo, que começou a ser julgado esta segunda-feira, não conteve as lágrimas.
16 de Abril de 2012 às 13:19
Centenas de jornalistas foram destacados para acompanharem aquele que é considerado o julgamento mais mediático na história da justiça norueguesa (Fabrizio Bensch/Reuters)
Foi esse vídeo que fez o autor confesso do duplo atentado ir às lágrimas (Heiko Junge/Reuters)
O trânsito foi suspenso na rua do tribunal, por questões de segurança. Apenas os eléctricos passavam, mas sem fazer paragens (Thomas Winje Oeijord/Reuters)
Anders Breivik deixou a prisão de Ila e chegou ao Tribunal de Oslo sob fortes medidas de segurança (Stoyan Nevov/Reuters)
Breivik com o seu advogado, Geir Lippestad (Hakon Mosvold Larsen/Reuters)
Procuradores do Ministério Público norueguês mostraram vídeo com mensagens de extrema-direita da autoria de Breivik (Heiko Junge/Reuters)
Breivik sorriu várias vezes durante o julgamento. Na foto, foi após a pausa para almoço (Heiko Junge/Reuters)
Alguns sobreviventes apelaram para não serem 'incomodados' pela imprensa (Fabrizio Bensch/Reuters)
No exterior do tribunal, foram colocadas rosas em jeito de homenagem às vítimas dos atentados (Stian Lysberg/Reuters)
Quando os agentes que o acompanhavam lhe retiraram as algemas, Breivik fez um gesto de extrema-direita na sala de audiências, perante advogados, vítimas que sobreviveram e colectivo de juízes (Reuters)
Centenas de jornalistas foram destacados para acompanharem aquele que é considerado o julgamento mais mediático na história da justiça norueguesa (Fabrizio Bensch/Reuters)
Foi esse vídeo que fez o autor confesso do duplo atentado ir às lágrimas (Heiko Junge/Reuters)
O trânsito foi suspenso na rua do tribunal, por questões de segurança. Apenas os eléctricos passavam, mas sem fazer paragens (Thomas Winje Oeijord/Reuters)
Anders Breivik deixou a prisão de Ila e chegou ao Tribunal de Oslo sob fortes medidas de segurança (Stoyan Nevov/Reuters)
Breivik com o seu advogado, Geir Lippestad (Hakon Mosvold Larsen/Reuters)
Procuradores do Ministério Público norueguês mostraram vídeo com mensagens de extrema-direita da autoria de Breivik (Heiko Junge/Reuters)
Breivik sorriu várias vezes durante o julgamento. Na foto, foi após a pausa para almoço (Heiko Junge/Reuters)
Alguns sobreviventes apelaram para não serem 'incomodados' pela imprensa (Fabrizio Bensch/Reuters)
No exterior do tribunal, foram colocadas rosas em jeito de homenagem às vítimas dos atentados (Stian Lysberg/Reuters)
Quando os agentes que o acompanhavam lhe retiraram as algemas, Breivik fez um gesto de extrema-direita na sala de audiências, perante advogados, vítimas que sobreviveram e colectivo de juízes (Reuters)
Centenas de jornalistas foram destacados para acompanharem aquele que é considerado o julgamento mais mediático na história da justiça norueguesa (Fabrizio Bensch/Reuters)
Foi esse vídeo que fez o autor confesso do duplo atentado ir às lágrimas (Heiko Junge/Reuters)
O trânsito foi suspenso na rua do tribunal, por questões de segurança. Apenas os eléctricos passavam, mas sem fazer paragens (Thomas Winje Oeijord/Reuters)
Anders Breivik deixou a prisão de Ila e chegou ao Tribunal de Oslo sob fortes medidas de segurança (Stoyan Nevov/Reuters)
Breivik com o seu advogado, Geir Lippestad (Hakon Mosvold Larsen/Reuters)
Procuradores do Ministério Público norueguês mostraram vídeo com mensagens de extrema-direita da autoria de Breivik (Heiko Junge/Reuters)
Breivik sorriu várias vezes durante o julgamento. Na foto, foi após a pausa para almoço (Heiko Junge/Reuters)
Alguns sobreviventes apelaram para não serem 'incomodados' pela imprensa (Fabrizio Bensch/Reuters)
No exterior do tribunal, foram colocadas rosas em jeito de homenagem às vítimas dos atentados (Stian Lysberg/Reuters)
Quando os agentes que o acompanhavam lhe retiraram as algemas, Breivik fez um gesto de extrema-direita na sala de audiências, perante advogados, vítimas que sobreviveram e colectivo de juízes (Reuters)

Anders Behring Breivik emocionou-se quando o tribunal passou um filme de 12 minutos que ele mesmo difundiu no dia em que perpetrou os ataques que mataram 77 pessoas. A filmagem é composta por fotografias e desenhos, nomeadamente de fundamentalistas muçulmanos.

Aos juízes, Breivik alegou ser um "comandante" militar e que não devia estar perante um Tribunal Penal.

"Actuei em legítima defesa", disse o arguido.

BREIVIK FAZ SAUDAÇÃO DE EXTREMA-DIREITA

Na sessão, Breivik deixou ainda um manifesto que enalteceu "a força, a honra e o desafio aos tiranos marxistas na Europa".

O acusado apresentou-se como "escritor" quando foi interrogado qual era a sua profissão.

Rodeado por fortes medidas de segurança e por um considerável interesse mediático, o julgamento do massacre mais sangrento perpetrado na Noruega desde a Segunda Guerra Mundial começou cerca de uma semana depois de uma nova avaliação psiquiátrica ter considerado o extremista de direita criminalmente responsável.

O Ministério Público acusou formalmente Breivik de "acto de terrorismo" e de "homicídios voluntários", mas o acusado diz que os ataques serviram para prevenir uma invasão islâmica da Noruega.

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