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Correio da Manhã

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Bush avisa América sobre missão longa

O presidente dos EUA apresentou ontem as linhas mestras do seu programa para o segundo mandato perante o Congresso. Dividido em duas partes – política interna e externa –, o discurso sobre o Estado da União começou às 21horas locais (00H02 em Lisboa) e, segundo a versão antecipada pela Casa Branca, George W. Bush aposta nas reformas no âmbito da segurança social, na pacificação do Médio Oriente, na democratização do Iraque e Afeganistão e no combate ao terrorismo.
3 de Fevereiro de 2005 às 00:00
Desafiando os críticos, Bush vai avançar com a polémica privatização das reformas, propondo à população activa para optar por investir uma parte dos seus rendimentos num sistema privado.
De acordo com a versão antecipada pela Casa Branca, o presidente norte-americano falou aos americanos das escolhas difíceis que terá de fazer face às previsões no sector financeiro e no rigor fiscal que se deverá ter para evitar aumentos de impostos.
No plano internacional, consta no discurso de Bush a referência aos progressos feitos no Afeganistão e no Iraque, às eleições históricas neste último país e há uma mensagem clara: a missão militar norte-americana ainda não pode ser dada por concluída. O Irão e a Coreia do Norte não foram esquecidos, com Bush a mostrar-se convicto de que a questão nuclear poderá ser resolvida pela diplomacia.
Acusado de negligenciar o processo de paz israelo-palestiniano no primeiro mandato, Bush promete o empenho da sua administração no diálogo para a paz.
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