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Correio da Manhã

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Bush justifica técnicas de tortura dizendo que "salvaram vidas"

George W. Bush justifica, em livro autobiográfico, que será publicado na próxima semana, o recurso à tortura quando estava no Governo e admite atritos com seu polémico vice-presidente, Dick Cheney.
3 de Novembro de 2010 às 12:17
‘Decision Points’ vem quebrar o silêncio a que Bush se  impôs desde que Barack Obama assumiu lugar na Casa Branca há dois anos
‘Decision Points’ vem quebrar o silêncio a que Bush se impôs desde que Barack Obama assumiu lugar na Casa Branca há dois anos FOTO: Reuters

‘Decision Points’ vem quebrar o silêncio a que Bush se impôs desde que Barack Obama assumiu lugar na Casa Branca há dois anos.

Segundo o jornal ‘The New York Times’, o antigo Presidente defende as suas decisões afirmando que a História o julgará menos severamente do que os eleitores.

Bush defende ainda a sua decisão de autorizar o que denomina de "interrogatórios fortes", com técnicas de tortura contra suspeitos de terrorismo, porque estes "salvaram vidas".

Ao falar do seu controverso vice-presidente, Dick Cheney, Bush via-o “como um ser obscuro e sem alma” mas revela que este o ajudou “a fazer o seu trabalho" e por essa razão decidiu mantê-lo na Casa Branca.

O ex-presidente republicano considera justificada a invasão ao Iraque, afirmando que o povo daquele país "está melhor agora, com um governo que o atende, e que não o tortura nem assassina".

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