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Correio da Manhã

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Líder do parlamento catalão diz que "o estado espanhol ficou louco"

Jordi Sànchez acusa Madrid de "estar a dinamitar as garantias democráticas".
Lusa 24 de Setembro de 2017 às 23:16
Jordi Sànchez
Ativista pró-independência da Catalunha
Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Carles Puigdemont
Jordi Sànchez
Ativista pró-independência da Catalunha
Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Carles Puigdemont
Jordi Sànchez
Ativista pró-independência da Catalunha
Mossos d'Esquadra
Agentes dos Mossos d'Esquadra, a polícia da Catalunha
Carles Puigdemont

O presidente da Assembleia Nacional Catalã (ANC) afirmou este domingo que, com a "repressão" exercida na Catalunha, "o Estado espanhol ficou louco, e, para impedir a ida às urnas, está a dinamitar todo o sistema de garantias democráticas em Espanha".

Durante um ato unitário dos partidos e movimentos que defendem o "sim" para a independência, realizado no Teatro Atlântida de Vic, diante de mais de mil pessoas, PDeCAT, ERC, CUP e ANC concordaram em apontar que as ações "repressivas" do governo para evitar o referendo de 01 de outubro levaram a "soberania", mas também a "democracia".

Segundo Jordi Sànchez, embora a Catalunha esteja preparada para resistir à pressão, o Governo de Madrid tentará que não haja urnas "em todas as assembleias de voto", mas isso, advertiu, não impedirá o processo de soberania. "Em vez disso, o que conseguiram é que quebraram as suas próprias regras de jogo democrático", frisou o presidente da ANC, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

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