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Cenário de ‘terror’ aumenta pena de cinco violadores de jovem de 18 anos

Tribunal Supremo espanhol considera que membros da "Manada" atuaram com "óbvia coerção da vítima".
Correio da Manhã 5 de Julho de 2019 às 17:49
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
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Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos
Julgamento de cinco homens pela violação de jovem de 18 anos

O Supremo Tribunal espanhol condenou os cinco amigos da "Manada" a 15 anos de prisão pela violação de uma jovem de 18 anos, nas festas de San Firmim, em 2016.

A sentença justifica-se pelo facto do juiz considerar que os cinco amigos, com idades entre os 27 e os 28 anos, procuraram a situação sem que a vítima se apercebesse do que estava a acontecer.

"Não existiu qualquer consentimento por parte da vítima, gerando-se um ambiente de intimidação" e "não teve oportunidade de se defender", são dois dos argumentos apontados na decisão final do Tribunal, segundo avança o jornal espanhol El Mundo, que justifica assim ter aumentado a pena dos homens de nove para 15 anos de prisão.

O órgão judicial supremo de Espanha invocou também o facto de ter havido uma violação múltipla, praticada pelos cinco indivíduos, de acordo com o jornal ABC.

"A jovem foi agredida pelo menos dez vezes no período de um minuto e 38 segundos (…)", apesar da situação em que se encontrava:"desprotegida e vulnerável".

No acórdão os magistrados sublinham ainda a forma como os arguidos abandonaram a jovem no local, uma combinação de fatores que contraria as possibilidades levantadas pelos homens de que a jovem teria consciência/ havia concordado com o que estava acontecer.

Contrariamente aos argumentos da defesa dos sevilhanos, o tribunal considerou que o silêncio da vítima deveria ter sido suficiente para que estes parassem.

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