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Chefe do Governo de Hong Kong admite entrada de exército chinês se protestos piorarem

Lam exortou os críticos estrangeiros a aceitarem que os quatro meses de protestos não podem mais ser caracterizados como "um movimento pacífico pela democracia".
Lusa 8 de Outubro de 2019 às 06:28
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos continuam ativos em Hong Kong
Protestos em Hong Kong

A líder de Hong Kong, Carrie Lam, admitiu esta terça-feira que os militares chineses podem vir a intervir no território se a violência dos protestos piorar, mas reiterou que o Governo ainda espera resolver a crise.

Lam exortou os críticos estrangeiros a aceitarem que os quatro meses de protestos marcados pela escalada da violência não podem mais ser caracterizados como "um movimento pacífico pela democracia".

A chefe do Governo disse que a possibilidade de Hong Kong pedir uma intervenção chinesa está prevista na mini-constituição do território, a Lei Básica, mas não indicou em que circunstâncias o poderá fazer.

Hong Kong Carrie Lam Lam Governo política
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