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China acusa NATO de "incitar ao confronto" após críticas aos laços entre Pequim e Moscovo

Pequim expressou "forte insatisfação" e denunciou o comunicado da NATO como "imbuído de mentalidade de Guerra Fria e de retórica belicosa".

11 de julho de 2024 às 07:24

A China exortou hoje a NATO a deixar de "incitar ao confronto" entre blocos, depois de a aliança transatlântica ter acusado o país asiático de prestar assistência crucial à Rússia na invasão da Ucrânia.

Segundo uma declaração do porta-voz da missão chinesa junto da União Europeia (UE), Pequim expressou "forte insatisfação" e denunciou o comunicado da NATO como "imbuído de mentalidade de Guerra Fria e de retórica belicosa".

"A NATO deve deixar de fazer alarido sobre uma suposta ameaça da China, deixar de incitar ao confronto e à rivalidade e dar um maior contributo para a paz e a estabilidade no mundo", sublinhou, afirmando que as observações da aliança estão "cheias" de "calúnias".

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