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Comissão Europeia quer trabalhadores da Uber e outras plataformas com direitos laborais

Posição é defendida pelo comissário europeu do Emprego e Direitos Sociais, Nicolas Schmit.
Lusa 5 de Dezembro de 2020 às 08:18
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A Comissão Europeia quer garantir que os trabalhadores de plataformas digitais como a Uber ou a Deliveroo têm direitos laborais assegurados, nomeadamente em situações de doença, acidente ou desemprego, e equaciona uma nova lei dirigida a estes profissionais.

A posição é defendida pelo comissário europeu do Emprego e Direitos Sociais, Nicolas Schmit, que em entrevista à agência Lusa em Bruxelas defende que "quando uma pessoa trabalha para ou através de uma plataforma não deve ser colocada numa situação em que a proteção social ou os direitos laborais básicos não se aplicam".

"Para mim a questão não é se a pessoa é um funcionário ou um trabalhador por conta própria", aponta Nicolas Schmit, notando que mesmo em situações em que são prestados serviços às plataforma através de novas empresas ou enquanto trabalhadores independentes "devem existir direitos à proteção social, como em casos de doença, acidente ou desemprego".

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