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Condenado à morte por violar, matar e desmembrar jovem sofre em agonia durante execução

Matou idosa doente à martelada, depois do ataque a uma adolescente de 16 anos. O corpo nunca foi encontrado.
Correio da Manhã 29 de Agosto de 2020 às 18:26
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley
Jennifer, de 16 anos, foi assassinada por Wesley Purkley

Um criminoso norte-americano, condenado à morte, esteve em agonia durante a execução e sentiu –se "como se estivesse a afogar", revela agora a autópsia ao corpo. Wesley Ira Purkey, de 69 anos, foi executado na cidade de Kansas, no estado do Missouri, após ter sido condenado por dois homicídios que levou a cabo no mesmo ano: matou uma idosa de 80 anos e mais tarde confessou que violou e assassinou uma adolescente de 16 anos, Jennifer Long.

Os crimes remontam a 1998, mas só em 2004 o homem foi condenado à morte. A execução, feita através de uma injeção letal de pentobarbital , só aconteceu a 16 julho. A autópsia foi agora revelada e, segundo o médico responsável, Wesley Purkey sofreu "edema pulmonar bilateral acudo", assim como na traqueia e brônquios, o que significa que se começou a acumular fluído rapidamente nos pulmões, causando "uma sensação de afogamento, que está entre as mais excruciantes e agonizantes que o ser humano pode sentir".

Jennifer Long tinha sido vista pela última vez no liceu de East High, no dia 22 de janeiro. Tinha dito aos amigos que ia faltar a um aula e não apareceu mais. Mais tarde o homicida confessou que atraiu a jovem para a sua carrinha de caixa-aberta, depois de a encontrar num supermercado. Sequestrou a menor, levou para sua casa e violou-a, antes de a esfaquear até à morte. Depois desmembrou o corpo com uma motosserra e queimou o cadáver parcialmente na lareira de sua casa.

Em seguida, terá enterrado os restos mortais numa fossa sética na localidade de Clearwater. Nunca foram encontrados os restos mortais de Jennifer.

O crime só foi descoberto quando Purkley voltou a atacar. Em outubro do mesmo ano invadiu a casa de Mary Bales uma idosa, doente e acamada, e agrediu-a com um martelo, deixando-a morta no chão. Depois foi à cozinha buscar um copo de água. Uma vizinha estranhou a presença de um homem na casa e, quando viu o homicida a tentar queimar o corpo de Mary, chamou as autoridades.

Foi detido e deu-se como culpado do homicídio da idosa, confessando também que era responsável pela morte de Jennifer, cujo desaparecimento era ainda investigado.

 "É uma certeza médica que a maioria, senão mesmo todos os prisioneiros condenados à morte e executados desta forma sofrem em agonia, com sensações de afogamento ou sufoco", conta o Dr. Gail Van Normal, especialista na areal, ao australiano News AU.

 "Arrependo-me muito da dor e sofrimento que causei à família da Jennifer": foram as últimas palavras do assassino. A execução de Purkley foi a segunda a ocorrer nos EUA nos últimos 17 anos. O caso gerou polémica porque, segundo o advogado, o homicida, já com quase 70 anos, sofreria de demência.

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