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Conheça o rosto do militar que comandou o ataque que derrubou o líder do Daesh

Scott Howell foi identificado como um dos soldados que ajudou a derrubar Abu Bakr al-Baghdadi.
Correio da Manhã 28 de Outubro de 2019 às 17:58
Scott Howell
Scott Howell
Líder do Daesh,  Abu Bakr al-Baghdadi
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Scott Howell
Scott Howell
Líder do Daesh,  Abu Bakr al-Baghdadi
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Scott Howell
Scott Howell
Líder do Daesh,  Abu Bakr al-Baghdadi
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu
Complexo destruído pelos tropas dos EUA, onde o líder do Daesh Abu Bakr al-Baghdadi morreu

Um comandante das Forças Armadas Especiais de Kentucky, nos Estados Unidos, foi identificado como um dos soldados que ajudaram a derrubar o líder máximo do Daesh, Abu Bakr al-Baghdadi, que morreu este domingo durante raide militar de tropas dos EUA no noroeste da Síria.

Segundo o jornal Daily Mail, o tenente-general Scott Howell foi elogiado por ajudar a planear e liderar o ataque que levou à morte de Al-Baghdadi.

"Saudamos os nossos militares e forças especiais liderados pelo tenente-general Scott Howell pelo seu serviço ao derrubar o líder Abu Bakr al-Baghdadi. Os Estados Unidos estão gratos pela sua coragem", afirmou James Comer, o congressista de Kentucky.

Antes de assumir o comando no ano passado, Howell foi vice-comandante do Comando de Operações Especiais dos EUA em Washington. É piloto de helicópteros com mais de 2.600 horas de voo, tendo feito missões especiais e de resgate no Iraque, Bósnia, Haiti, Moçambique e Afeganistão.

O ataque ao complexo onde o líder do Daesh estava escondido foi o culminar de vários anos de recolha de informações e de 48 horas de planeamento rápido, aquando da descoberta do seu paradeiro. O presidente Donald Trump afirmou que houve três tentativas anteriores de capturar al-Baghdadi que foram canceladas por este ter mudado de ideias sobre para onde iria.

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