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Conselheiro de Trump diz que as mulheres brasileiras são "raça maldita" e que causam confusão com toda a gente

Paollo Zampolli foi casado durante 20 anos com uma ex-modelo brasileira mas declarou que a opinião extremamente negativa não se refere somente a ela e sim a todas as brasileiras.

24 de abril de 2026 às 19:02

Num novo episódio de desgaste na cada vez mais deteriorada relação entre os EUA e o Brasil, um conselheiro de Donald Trump insultou as mulheres brasileiras, chamando-as de p**** e de “raça maldita” e acusou-as de causarem confusão e problemas com toda a gente em redor. Paollo Zampolli, que ocupa o cargo de enviado especial da Casa Branca para Assuntos Globais, responsável por negociações de alto nível com governos estrangeiros, foi casado durante 20 anos com uma ex-modelo brasileira mas declarou que a opinião extremamente negativa que tem sobre as mulheres do Brasil não se refere somente a ela e sim a todas.

“É uma dessas p**** brasileiras. Essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais, são programadas para causar confusão com toda a gente. As mulheres brasileiras causam confusão com todo o mundo, certo, não é que essa foi a primeira.”-Disparou o conselheiro e amigo de Trump há décadas, aludindo umas vezes à ex-mulher, a quem se refere como “vaca”, e outras vezes generalizando as ofensas a todas as brasileiras, que afirma serem influenciadas pelas novelas a serem agressivas.

Nascido em Milão, na Itália, há 56 anos, Zampolli mudou-se para os EUA, naturalizou-se norte-americano e fez fortuna, entre outras coisas, como facilitador de negócios de Trump e no comando de uma agência de modelos. Amigo de Donald Trump há muito, foi ele quem apresentou ao hoje presidente dos EUA a então jovem modelo Melania Knauss, hoje primeira-dama dos Estados Unidos Melania Trump.

O conselheiro da Casa Branca conheceu a ex-mulher, Amanda Ungaro, numa boate de Nova Iorque em 2002, quando ela tinha somente 18 anos e ele 32 e casaram um ano depois, ficaram quase 20 anos juntos e têm um filho de 15 anos, cuja guarda disputam na justiça até hoje. Ao separar-se do marido, ela acusou Zampolli de crimes sexuais e violência doméstica recorrente, e ele, segundo reportagem do jornal New York Times, vingou-se denunciando Amanda ao ICE, a polícia migratória norte-americana, por supostas fraudes e permanência ilegal nos EUA, e ela foi deportada em Outubro do ano passado.

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