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Correio da Manhã

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Covid-19 deverá ser como uma gripe sem sintomas dentro de 10 anos, acreditam especialistas

Em 2030, o vírus que nos roubou a vida como a conhecíamos já não vai ser mortal e só provocará sintomas leves em crianças.
15 de Janeiro de 2021 às 16:53
Coronavírus
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Estamos em 2021 e a Covid-19 é o vírus que nos tem roubado a vida tal e qual como a conhecíamos. Os hospitais encheram-se, as pessoas são aconselhadas a permanecer em casa, o comércio está cada vez mais débil e as máscaras tornaram-se o acessório de todos os dias. 

Dentro de 10 anos, em 2030, o que será para a população mundial esta doença? De acordo com especialistas, a SARS-CoV-2 não vai desaparecer, mas há boas notícias. A doença vai tornar-se uma gripe comum, não vai matar e apenas as crianças deverão sentir os sintomas do novo coronavírus. E mesmo esses sintomas deverão ser leves, de acordo com um estudo recente publicado na revista científica Science. 

Entramos agora numa nova fase da pandemia: a vacinação massiva. Quando a maioria da população estiver vacinada contra a Covid-19, o material genético do patógeno deverá atenuar-se e produzirá uma infeção assintomática para os adultos. As crianças vão sentir apenas uma leve tosse. 

E com que se baseiam os autores do estudo para nos darem esta previsão? Um modelo matemático que reproduz a propagação do vírus. O mesmo estudo, conta com as conclusões de especialistas independentes que se sustentam na evolução viral e imunológica.

"O nosso modelo sugere que esta transformação demorará entre um a dez anos", esclarece a investigadora e autora do estudo Jennie Lavine da Universidade Emory, nos Estados Unidos, ao jornal espanhol El País. 

O tempo exato da transformação deste vírus vaoi depender diretamento com a velocidade de propagação do vírus e a rapidez com que se vai vacinar a população mundial. Outro fator decisivo é o tempo de imunização após ser infetado ou após ter recebido a vacina.

A autora do estudo conclui ainda que a Covid-19 estará sempre presente mas provocará apenas surtos pontuais com pouca carga viral.


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