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De empregada doméstica a peça-chave na missão Marte 2020: Conheça a história de Diana Trujillo

O primeiro contacto com o espaço foi ao "olhar para as estrelas" para se esquecer da violência diária com que lidava.
Correio da Manhã 23 de Fevereiro de 2021 às 19:12
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Diana Trujillo, engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA
Chama-se Diana Trujillo, é colombiana, tem 41 anos e atualmente é uma das peças-chave da missão Marte 2020. Chegou aos Estados Unidos sem saber falar inglês, aos 17 anos, com apenas 300 dólares no bolso - cerca de 240 euros - e com a cabeça cheia de sonhos. 

Hoje é engenheira aeroespacial do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA e afirma que não consegue acreditar no quão longe chegou.

O seu primeiro contacto com o espaço, relata o jornal El País, foi ao "olhar para as estrelas", quando estava na Colômbia, para se esquecer da violência diária com que lidava. "Ajudava-me a acalmar", conta num vídeo da NASA.

"O meu nome é Diana Trujillo e trabalho com mãos robóticas para recolher materiais na superfície do planeta Marte a fim de compreender e responder à pergunta: 'Já houve vida na superfície de Marte?'": Esta é a apresentação da colombiana nascida em Cali que trabalhou a limpar casas para sobreviver e pagar a faculdade.



Inscrever-se na NASA Academy, o principal programa de treino de liderança da NASA para estudantes de graduação e pós-graduação, foi uma decisão tomada depois de ler uma revista que falava sobre o papel das mulheres que trabalharam em missões espaciais.

"Venho trabalhar como uma mulher hispânica que representa muitas pessoas que não pensaram que poderiam fazer parte disto, mas que podem em algum momento", disse Trujillo, "Estou extremamente feliz em saber que tenho a oportunidade de ser parte de um grupo que pode mudar a história".

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