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Defesa pede libertação da mãe de menina morta

O advogado de Rosario Porto alega que não existe o risco de fuga por parte da cliente

02 de outubro de 2013 às 10:59

Face à inexistência de provas materiais conclusivas, o advogado de Rosario Porto, mãe de Asunta Basterra, a menina de 12 anos morta junto a Santiago de Compostela, na Galiza (Espanha), pediu ontem a libertação imediata da sua cliente.

Gutiérrez Aranguren recorreu do auto de prisão por considerar que este é "nulo", uma vez que "carece de uma explicação mínima". Além disso, a defesa salienta não existir risco de fuga, pelo que considera que Rosario Porto deve ser imediatamente liberta. A pedido da cliente, a defesa deverá solicitar ao juiz que abra uma nova linha de investigação.

Também a advogada do pai da vítima, Belén Hospido, tenciona apresentar um recurso exigindo a libertação do seu cliente. Os pais adotivos de Asunta, recorde-se, são suspeitos de terem matado a filha e aguardam julgamento detidos.

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