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Correio da Manhã

Mundo

Dois mortos nas piores cheias em Veneza das últimas décadas

Subida do nível das águas deixou 85% da cidade submersa.
Marco Fonseca Pereira 14 de Novembro de 2019 às 09:28
O presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, na Praça de São Marcos
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
O presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, na Praça de São Marcos
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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O presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, na Praça de São Marcos
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
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Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
Ruas de Veneza em Itália inundam-se devido a chuvas torrenciais e levam turistas a calçar galochas
A cidade italiana de Veneza enfrenta desde terça-feira à noite uma inundação histórica que levou o presidente da câmara da cidade italiana, Luigi Brugnaro, a declarar o estado de emergência e a apontar o dedo às alterações climáticas. Pelo menos duas pessoas morreram.

O nível das águas atingiu 1,87 metros, o valor mais alto desde 1966, quando o nível da água chegou a 1,94 metros. As cheias deixaram 85% da cidade submersa e atingiram património histórico como a Basílica de São Marcos, palácios e museus.

"Agora o governo vai ter de ouvir. Estes são os efeitos das alterações climáticas. Os custos vão ser elevados", disse o presidente da câmara Luigi Brugnaro. Os danos podem atingir as centenas de milhões de euros.

Um homem de 78 anos morreu eletrocutado ao tentar ligar as bombas para escoar água do interior da sua casa. Uma outra vítima foi encontrada no interior de uma casa inundada.

Na Basílica de São Marcos, a inundação causou danos nas colunas e paredes do edifício. É a sexta inundação no interior da Basílica desde que o edifício atual foi construído, há quase mil anos. O governador da região de Veneto, Luca Zaia, descreveu no Twitter um cenário de "devastação apocalíptica" e afirmou que a cidade estava "de "joelhos". "A arte, a basílica, as lojas e as casas, um desastre", lamentou.
Veneza Luigi Brugnaro Basílica de São Marcos acidentes e desastres inundações
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